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Política

Autora de moção do Partido Verde sobre o sionismo é citada em documentos judiciais nos EUA como amiga de terrorista da Al Qaeda condenado

Uma pilha de documentos judiciais sobre uma mesa na sala de espera de um aeroporto, com uma bandeira do Partido Verde e um avião a jato no Aeroporto de Heathrow ao fundo.
Moção do Partido Verde sobre o sionismo Aviso

Lubna Speitan, autora da moção do Partido Verde que declara o sionismo racista e defende um Estado palestino no lugar de Israel, foi citada em documentos judiciais nos EUA como amiga próxima de Minh Quang Pham, terrorista da Al Qaeda condenado, informa o Jewish Chronicle. Ela elogiou o caráter dele e pediu a um juiz que considerasse arquivar o processo contra ele.

Pham foi condenado em 2025 a 44 anos de prisão por crimes de terrorismo, entre eles um plano de atentado suicida no Aeroporto de Heathrow. Os Verdes estão investigando Speitan, que não ocupa nenhum cargo de liderança no partido. Não há evidências de que ela soubesse das atividades terroristas dele quando os dois estavam na faculdade.

O que dizem os documentos judiciais

Segundo a reportagem, Speitan aparece em documentos judiciais nos EUA como amiga próxima de Pham. Nos documentos, ela elogiou o caráter dele e pediu a um juiz que considerasse arquivar o processo contra ele.

Cartas de apoio a réus são comuns em processos criminais e costumam ser escritas por amigos e parentes que falam da pessoa que conhecem. Uma carta desse tipo expressa a visão de quem a escreve sobre o réu. Não é prova do que o réu fez.

A condenação

Pham, descrito como terrorista da Al Qaeda condenado, foi sentenciado em 2025 a 44 anos de prisão por crimes de terrorismo. Entre eles está um plano para realizar um atentado suicida no Aeroporto de Heathrow, um dos mais movimentados do mundo.

Speitan e Pham se conheciam da faculdade. Não há evidências de que ela soubesse das atividades terroristas dele naquela época.

A moção e a resposta do partido

Speitan redigiu a moção do Partido Verde que declara o sionismo racista e defende um Estado palestino no lugar de Israel.

Os Verdes estão investigando Speitan. Ela não ocupa nenhum cargo de liderança no partido.

O que não foi estabelecido

A reportagem não alega que Speitan tenha participado do terrorismo de Pham nem que soubesse dele. Ela documenta uma amizade dos tempos de faculdade e o apelo que Speitan fez a um juiz em favor dele.

Os próximos desdobramentos devem vir dos Verdes, que conduzem a investigação, e de uma eventual resposta de Speitan à reportagem.

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